A história da AJES em Guarantã do Norte, região norte mato-grossense começou num tabuleiro de xadrez configurado por uma tríade geopolítica: Peixoto de Azevedo, Matupá e Guarantã do Norte, independentemente da ordem. O nascedouro da AJES – Academia Juinense de Ensino Superior é Juína, a rainha da Floresta. Dali, as raízes expandiram-se vincando a região Noroeste de Mato Grosso até o Norte. Com efeito, a partir de um sonho que já era realidade entre os juinenses, que então podiam contar com uma Instituição de Ensino Superior que, diferentemente de muitas que ao contrário fizeram, instalou-se apenas com o propósito de abraçar o mundo à sua volta: ser tão somente referência no Ensino Superior em todas as áreas do conhecimento em que decidir atuar.

O propósito, nada exuberante, avultava de um enxerido na Educação, considerado por alguns e por motivos distratores da hegemonia tradicional uma persona non grata, um rebelde, um ícone da contracultura dos anos 80 encoberto pela densidade da floresta amazônica e pela distância desterritorializada em relação aos supostos grandes centros do país... (leia o documento em PDF abaixo)